e-Commerce: uma tendência que chegou para ficar

e-Commerce: uma tendência que chegou para ficar

De repente, Portugal – e o mundo – perceberam que a sua evolução tecnológica não ia ao encontro do expectável para o século XXI

 

Com a grande maioria dos negócios a sofrer os efeitos da paralisação da economia, fruto do impacto negativo da pandemia da COVID-19, surge a necessidade de consolidação dos negócios no mundo digital e uma reestruturação na forma de pensar o e-Commerce em Portugal.

 

Impacto da pandemia Coronavírus nas vendas online

Com o COVID-19, o comércio eletrónico tem sido determinante para os retalhistas. Durante o confinamento, em todo o mundo, os consumidores optaram pelas transações digitais devido ao fechamento de lojas físicas e ao medo de infeção.

Em 2020, as plataformas eletrónicas líderes registaram um aumento nas vendas de e-commerce durante a pandemia Nas compras online, as opções de entrega nos domicílios e “pontos pickup” aumentaram. As lojas físicas ainda estão gradualmente a recuperar do fecho das lojas e consequente interrupção no fluxo de caixa.

Nos EUA, o COVID-19 catapultou cinco anos de crescimento em seis meses. E prevê-se que relativamente a 2020, a China ultrapassará os EUA como o maior mercado de retalho do mundo.

 

e-Commerce em Portugal

O e-commerce em Portugal encontra-se em constante crescimento. Os Portugueses utilizam cada vez mais o e-commerce como método de compra e estão cada vez mais confiantes nas compras que realizam online. Para que isso aconteça, os vendedores online devem oferecer cada vez mais soluções de conveniência através dos canais online.

A venda online é vista como uma aposta estratégica de alargamento de mercado para empresas já estabelecidas e uma oportunidade de negócio para pequenas empresas.

O e-commerce é uma oportunidade para fazer crescer o negócio dos retalhistas tradicionais, mas também uma opção acessível para as startups que iniciam uma atividade de retalho.

 

O futuro do e-Commerce em Portugal: uma tendência que chegou para ficar

Com a Pandemia COVID-19, a presença digital deixou de ser opção. De repente, Portugal – e o mundo – perceberam que a sua evolução tecnológica não ia ao encontro do expectável para o século XXI e que as empresas não têm alternativa digital que lhes permita continuar a sua atividade em época de confinamento.

Num momento em que o acesso à internet em Portugal aumentou cerca de 40%, muitas empresas estão a aproveitar este momento para reverem as suas estratégias digitais. Foi neste contexto que todas as empresas começaram a perceber a importância da presença online.

Por sua vez, a digitalização e a facilidade de acesso aos meios online elevou o e-Commerce a uma nova dimensão.

A Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) apontou que o valor médio das compras online de serviços e de produtos aumentou cerca de 18% no período do estado de emergência. Simultaneamente, estudos recentes apontam a elevada aceleração na adoção do e-Commerce, numa ordem de grandeza de cinco anos em oito semanas, fruto da pandemia.

 

A crise da Covid-19 é uma chamada de atenção para as empresas portuguesas fazerem a transição do mundo offline para o mundo online e que vem abanar os equilíbrios competitivos vigentes e recordando sempre de que a presença offline vai continuar a ser determinante também no sucesso online.

Mais do que nunca, a experiência online tem agora de ser positiva, sob pena dos consumidores não voltarem a repetir a compra.

 

Construir um site de e-Commerce é muito mais do que criar um site numa plataforma de comércio eletrónico e começar a vender online

É preciso uma boa estratégia e planeamento assente em conhecimento e com tecnologias adequadas. Conheça a solução BC-Commerce ou fale com um consultor, para que a sua organização possa maximizar a suas vendas online e tirar mais proveito da sua plataforma de vendas de e-commerce em 2021.

 

Fontes: Tudo sobre eCommerce